Bariloche

A maior estação de esqui da América do Sul tem paisagens de cinema, boas compras e um eterno clima de romance no ar.

Por: Viaje mais

Faz algumas décadas que os brasileiros descobriram Bariloche e nunca mais arredaram o pé. Basta o inverno anunciar a chegada das primeiras nevascas que a invasão brasuca transforma a cidade argentina numa quase sucursal do Brasil. E há vários motivos para isso. O primeiro é o apelo irresistível da neve que, em Bariloche, fica ainda mais especial por conta da fantástica natureza da região, aos pés da Cordilheira dos Andes. Quem faz o passeio de teleférico até o alto do Cerro (morro, em português) Campanário fica embasbacado diante da sucessão de lagos e montanhas, uma vista que já foi até considerada uma das sete mais belas do planeta.

Cerro Catedral

Tudo isso já seria motivo bastante para ir a Bariloche, mas a cidade ainda conta com a maior estação de esqui do continente, o Cerro Catedral, onde a maioria dos brasileiros, no entanto, só vai para curtir a neve e a atmosfera do frio, tão incomum por aqui quanto os próprios floquinhos brancos caindo do céu. Mas é um erro. Esquiar é algo que todo mundo deve tentar. Tudo bem que o macacão de neve parece um uniforme de astronauta e as botas apertam um bocado. Os tombos, claro, também são inevitáveis e fazem parte do aprendizado. O que garante boas risadas e acaba sendo divertido, principalmente em grupo. Além disso, esquiar não é tão difícil como parece nem requer um esforço físico fora do comum.

Outro passeio muito procurado é a cinematográfica volta pelo Circuito Chico ou Circuito Pequeno, um percurso de 60 km às margens do Lago Nahuel Huapi, que banha Bariloche e se estende até quase a fronteira com o Chile. O caminho passa por casinhas que parecem de bonecas, bosques que lembram histórias de contos de fadas e há algumas paradas estratégicas em mirantes que deixam claro por que a região é considerada uma das belas da América do Sul.

Vejas fotos de Bariloche